Quando temos hábitos, temos gatilhos. Isso pode ser bom.
Só que gatilhos, nos termos que ouço muito por aí, indicam que é algo que nos “deixa mal”. Algo que nos afeta. Que nos transtorna.
Ter alguma frase ou situação que muda o nosso estado interno, é bem complicado. Ao mesmo tempo, bem comum. Para o bem e para o mal.
Se sou capaz de reconhecer um gatilho, é por ser capaz de reconhecer um padrão. E ao reconhecer este padrão, quero poder escolher se interrompo ou se avanço.
E este movimento precisa que eu esteja presente e consciente do que está acontecendo. Por vezes o melhor caminho não é avançar, mas eu “escolho” que naquele momento é melhor avançar. Em outros casos mesmo sabendo que poderia avançar, escolho interromper, pois entendo que no momento preciso me movimentar de outra forma.
Sou formado de gatilhos e acredito que todas pessoas possuem os seus.
O que pode ser um gatilho:
- uma música que te lembra de alguém;
- um livro que te lembra de um momento de vida;
- um show que te lembra de alguma sensação;
- uma palavra;
Isso. Uma palavra pode ser um gatilho. Uma única palavra. E por vezes nem precisa ser utilizada em um dado contexto.
Todo gatilho vai nos fazer produzir alguma ação e desta ação é esperado um resultado. Pode ser algo que nos satisfaz. Pode ser algo que nos conduz em um determinado caminho. E a nossa reflexão deve estar neste olhar de avaliar se o resultado encontrado é o ideal (ou é o possível).
— Daniel Wildt
P.S.: a temperança deveria nos apoiar.
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