Hoje eu me peguei assistindo youtube como quem assiste TV, nas antigas. Eu sai do lugar que estava assistindo e “não pausei” o vídeo. Quando estava no outro lugar, me liguei que não tinha pausado o vídeo. E notei que não queria voltar para pausar.
E aí eu notei que eu estava distante. Era só um ruído. Um barulho de fundo. O silêncio era melhor?
Me percebi “não presente”. E quando a gente começa a entender estes momentos, também começa a ser impactado, quando não era para acontecer.
Eu costumo, em momentos que me pego disperso, usar técnicas como SongDoro ou Pomodoro, para garantir o foco quando tenho tempo contato para produzir. Também reviso a minha prioridade, para garantir tempo contínuo.
Quando me pego disperso, eu faço respirações para voltar ao presente. E feito isso, sinceramente penso em opções como em (a) cancelar a técnica que estiver usando para ir fazer outra coisa, (b) aceitar que não consigo naquele momento ter o foco que preciso, ou (c) assumir que preciso assumir a responsabilidade da atividade e do tempo disponível, e tentar novamente.
Estar presente faz muito mais sentido e manter o máximo de atenção e foco enquanto realizo o trabalho, mais ainda.
Não existe nada de errado em passar a tarde inteira assistindo vídeos do youtube ou “maratonando” uma série… se foi essa a proposta que você se fez.
— Daniel Wildt
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