Então, se importar para?
Poucas coisas farão diferença na vida. Muitas vezes me importo com o que não tem importância… e descubro só depois, claro.
É, no fim, uma questão de prioridade?
Na música Prioridades, BNegão ainda diz de forma categórica:
“Priorize a prioridade… Priorize o que fará diferença na sua passagem.”
BNegão e Seletores de Frequência – Prioridades
O problema? O que realmente faz a diferença.
Eu me vejo correndo por certos assuntos e me “pré” ocupando com outras coisas para tentar aliviar problemas ou garantir que eu vou poder me movimentar tranquilamente sem cair em buracos que eu avisei que existiam.
No fim, não adianta eu me preocupar se quem está vivendo o problema junto não pensa assim.
No fim coisas vão acontecer do jeito que as outras pessoas estiverem interessadas em fazer acontecer.
Aí alguém vai dizer que falhou a comunicação, que tem desalinhamento… falar ainda sobre falta de autoridade ou falta respeito da autoridade. Falta poder, vão dizer! Eu vejo como um problema mais simples, que é: as pessoas poderem se importar com as outras pessoas. Isso não vai acontecer sem ter um pensamento de visão ganha ganha (clássica necessidade quando trabalhamos com projetos de escopo aberto).
A sensação que eu tenho é de uma caixa escrita “eu me importo com isso“, e ali na frente um rolo compressor chegando, para quebrar a caixa por completo.
E se isso for verdade: pessoas não se importam por não se importarem com o que as outras pessoas pensam e suas respectivas necessidades. Em quais situações isso vai realmente fazer a diferença?
— Daniel Wildt
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