O ser humano investe milhões em viagens pelo mundo, metaverso, descoberta de novos planetas, mas no final do dia estamos presos em nós mesmos. E temos a certeza de que iremos morrer.
Bem promissor, certo? Qual é a lição a ser descoberta dado o corpo, mente e contexto que vivemos?
Amar? Viver em paz? Viver em comunidade ou viver em isolamento? Saber respirar? Saber silenciar? Chegar em algum lugar específico no mundo? Simplesmente não morrer por alguma besteira?
Será que estamos presos em nós mesmos ou é a partir da gente que a liberdade se torna algo possível? Marechal diz nas letras que uma determinada época ele se sentia livre, agora ele livra. O poder da palavra, da influência, do chamado para reflexão. Poder ajudar outras pessoas a chegar onde já chegamos, mais rápido, de forma mais facilitada. Ajudar a acelerar pessoas em lugares onde a distância social ainda quer manter longes? Essa poderia ser uma busca interessante.
Toda vez que algo acontece eu tenho a oportunidade de me voltar para dentro, de escrever e aprender algo. De pensar diferente, ou experimentar algo diferente. Bom ou ruim? O resultado é o que resulta, me diz Parzianello.
Essa escrita me lembrou de um Daniel Wildt responde (coloquei acima) que foi bem especial… para variar eu cito Buber nele e falo sobre relações.
Que a relação individual, da nossa descoberta, seja uma eu-tu, que a gente possa estar aberto a se descobrir.
— Daniel Wildt
Extra: ouvindo Circles, de Post Malone. E acabei fazendo um SongDoro pensando na estrutura da palavra “enough“… já tive o suficiente.
Os arrependimentos antes de morrer parecem ser padrões. Fiz um texto falando deles… e parece que não envelhecem.
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One response to “Se estamos presos em nós mesmos, qual é a lição a ser descoberta?”
[…] fizermos o que queremos estamos nos dando para os nossos desejos… será? Estamos presos na gente mesmo, no fim. Algumas definições de […]