Qualquer ferramenta pode te potencializar ou te destruir.
Só que com a tua essência e capacidade de refletir o mundo ao redor, nada vai tirar tua identidade. Enquanto estivermos focados no “fast” das coisas, perdemos a chance de nos conectarmos com o simples, com o estar, com o respirar, com o ouvir.
Idealmente, com o escutar.
E com o tempo perdido em nós mesmos, que é o melhor tempo do mundo! Quem tem esse tempo hoje?
Eu acordei primeiro em 2006, aos 27 anos. Me tornei um aprendiz não sobre o tempo, mas sobre a consciência dele no meu corpo e existência.
Depois entendi que acordei aos 34, aos 39 e aos 44 novamente. Pelo menos os ciclos estão ficando mais curtos.
Desde o primeiro acordar, me coloco em situações diversas… e sinceramente me dei mal muito mais vezes do que me dei bem nos experimentos todos que passei… mas vivo sigo, então não foram de todo mal. É um modo como (ainda) me engano, vai passar.
O coração pede mais calma, e a poesia me ajuda a olhar com um pouco mais de alma. Letras de música também conectam alguns pontos e reforçam a necessidade de encontros.
Hoje é sempre um bom dia para acordar.
— Daniel Wildt
Acorde primeiro é parte da música aeiou, de Bebeto Alves e os BlackBagual. Falei sobre vogais em um outro texto onde falo sobre aeiou, mas com um outro olhar.
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Uma resposta a “Acorde primeiro!”
[…] Eu penso que vivemos em um mundo de interdependência. Nos conectamos, mas também precisamos estar bem em nós mesmos. […]