Se tivesse uma personagem do divertidamente dentro da minha cabeça, seria a raiva. Por vezes eu gostaria que fosse a tristeza. A raiva me impede de sentir o que preciso sentir muitas vezes.
Só que a raiva aparece em momentos que eu precisava silenciar. Ela vem pra demonstrar ira por algo que não deveria estar acontecendo, mas acontece novamente.
O que me sobra é escrever sobre estes momentos no meu caderno de journaling e tentar entender gatilhos e padrões que aparecem. Só que tem um problema. Mesmo que eu descubra o que causa, falta entender quando eu consigo resolver o problema de verdade. Alguns demoraram anos pra eu entender, outros ainda sigo buscando algum sentido.
Uma opção seria criar algum outro gatilho para me impedir de ir por determinado caminho e fazer de conta que nada acontece. Só que em alguns casos, o caminho precisa ser do silêncio. Da reflexão. Da temperança que me ajuda a seguir prestando atenção no caminho.
Até eu conseguir resolver. A busca por mais consciência segue. Do aprendizado também.
— Daniel Wildt
Extra: este post foi escrito em uma mistura de breakout com walk.
Extra 2: as nossas emoções básicas são 6: felicidade, medo, tristeza, nojo, raiva e surpresa.
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8 responses to “Raiva, mas não a doença. Ou de qualquer jeito ela nos deixa doentes?”
[…] ganha, quando a presença de Ego e de pessoas que querem se mostrar superiores se sobressai? Com raiva. Frustrado, mas me lembro que o jogo da vida é […]
[…] O fato é que eu, durante um tempo, falava sobre a regra dos dois minutos para por exemplo, pagar um boleto. Aí lembro de um dia que o certificado de segurança não funcionou direito, e depois o navegador tinha que ser atualizado também, e quase uma hora depois eu paguei o tal boleto. Eu iria agendar, mas fiquei com tanta raiva que acabei pagando no dia e não ajustei a data. Minha conta ficou negativa depois desse movimento. Mais raiva. […]
[…] muitos sentimentos e sensações, tranquilidade costuma ser a que mais me chama. Ainda luto com a raiva, que deveria se tornar indiferença nos momentos onde não tenho […]
[…] por situações em que eu deveria ficar triste, mas acabo me irritando. Acabo puxando o sarcasmo para lidar com a situação, e muitas situações se transformam em […]
[…] falar sobre raiva é algo que venho aprendendo mais e mais. Uma das coisas que venho mudando é não me permitir […]
[…] já comentei sobre meu lance com a raiva. Por vezes penso que eu deveria sentir tristeza e não raiva. Agora estudando sobre o sentimento da […]
[…] que estou apoiando resolução. Eu não sou infalível e por vezes saio do meu eixo e me perco, com raiva e frustração. Somos humanos, […]
[…] do livro. Avisei pra ela não se preocupar, que eu falo sobre a minha falta de paciência, raiva e ira nos meus textos. E também falo sobre temperança. Sem expectativa de ser uma referência em […]