No mundo da fantasia o sentimento que se espera é de saudade, lembranças e gratidão. Um olhar para o copo meio cheio.
(mais…)Categoria: português
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Quem consegue refletir sobre o que aconteceu anteontem?
O pensar sobre o agora fica pra depois, e nem ontem faz tanto sentido.Eu não lembro o que almocei anteontem. Meu diário fala da frustração que sinto vendo pessoas modificando seu jeito de se vestir e de ser, mesmo sem gostarem deste novo estilo, para impressionar um outro conjunto de pessoas.
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E tem menos relação com solitude neste caso. O poder dos introvertidos ou o poder dos quietos já se tornou palestra e livro, através da escritora Susan Cain. Uma introvertida que precisou virar palestrante para poder falar a respeito disso.
Eu me sinto assim nesse jogo de introversão e exposição… e os sentimentos são diversos.
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Tem gente que fala que padronizar é viver no status quo.
Que precisamos inovar.Só esquecem que para poder crescer, precisamos de estabilidade. Precisamos de segurança. Em certo aspecto, não queremos ser surpreendidos. Não faz muito tempo que a palavra “padrão” tem sido usada para indicar um padrão de excelência. Excelente.
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Por vezes estamos forçando situações ao invés de operar no “nosso jeito”, que nos habilita a fazer algo de forma mais suave ou tranquila, por assim dizer.
Quer sair da zona de conforto?
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Que tal aumentar o seu conforto e fazer, o que precisar fazer, melhor? -
OK, eu sei que muitas vidas são baseadas em tempos certos e agenda rígida, mas ainda assim você pode ter abordagens para saber como funciona para fazer o seu trabalho acontecer. E poder ajustar conforme o seu desenho de estilo de vida.
Estava ouvindo uma fala de Ryan Holiday, que tem uma prática de escrita muito forte, que comentou uma questão que eu vivo muito e que aparece de diferentes formas no meu planejamento. Quero comentar esta história dele e depois vou trazer exemplos e como eu acabo me organizando nas agendas.
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Repetição ou crescimento?
Por vezes só queremos ver ideias darem certas. Não temos a preocupação de aprender.Oi Daniel! Hoje é pra você.
Recentemente você conheceu pessoas que participaram de um projeto que cresceu, aconteceu e depois parece que falhou… e ouviu destas pessoas que elas tem na cabeça que falharam. Dizem que precisam procurar um novo projeto, para mostrar que a culpa não era delas.
No fim, isso não é se repetir? Tem algum propósito isso?
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Então, se importar para?
Poucas coisas farão diferença na vida. Muitas vezes me importo com o que não tem importância… e descubro só depois, claro.
É, no fim, uma questão de prioridade?
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Estava ouvindo um livro que fala sobre estar errado, ou sobre perceber que podemos estar errados, que talvez não tenhamos todas respostas. E uma das histórias conta sobre o tempo, menos de 20 segundos, como sendo a média que médicos demoram para interromper pacientes contando uma história. Muito na questão de querer dizer que a pessoa não sabe o que está falando e querer direcionar pro “certo“.
E claro, lembrei de situações onde (só eu acho que) não tenho tempo de ficar ouvindo histórias e quero ir logo pra solução. Isso vale em conversas presenciais e também em conversas usando ferramentas digitais, que possuem algumas ferramentas de interrupção interessantes também… e que precisam da nossa atenção.
Ver o futuro repetir o passado pode ser visto de forma positiva ou não. Entendo que a falta de tempo e ansiedade só atravessa de geração em geração. Essa parte não é tão boa.
Agora, se atuarmos com o princípio da Teoria U, conectados com uma mente aberta (curiosidade), coração aberto (compaixão) e vontade aberta (coragem), pode ser possível criar um futuro a partir do passado, de forma construtiva e colaborativa.
Será que tem como? Vou tentar trabalhar essa situação que comentei, da minha falta de paciência, olhando o início do ciclo de funcionamento da Teoria U.
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