Não é uma brincadeira. Quando alguém me fala que quer fazer algo, mas diz que não consegue, costumo trazer algumas perguntas, quando percebo espaço pra elas:
(mais…)Categoria: português
-
-
Chamo de “pessoas comentaristas de fim de jogo de futebol” aquelas que acham algo errado e sempre possuem uma ideia excelente de como fazer esse algo acontecer… claro, elas trazem essa ideia depois que o algo já aconteceu e já acabou qualquer chance de mudar a direção.
“Quem não bate pênalti nunca erra“, sempre gosto de lembrar. E para seguir nas metáforas futebolísticas.
(mais…) -
Quando você quer aprender algo, quais são as suas fontes de aprendizagem?
(mais…) -
Pode parecer uma besteira, mas eu tenho me levado pra sair.
(mais…) -
Eu brinco, quando me perguntam como estão as coisas, que estou em uma correria tranquila. A vida pode estar agitada mas de algum modo eu busco a tranquilidade. Nem sempre isso acontece. E aí eu preciso correr, normalmente por alguém ter “parado de caminhar”. Murilo Gun fala sobre o “faz o teu”. Acho que é um pouco por aí.
Tem algumas coisas que me fazem perder o passo:
(mais…) -
Domingos, na parte da noite, me davam calafrios. Eu tinha uma perda de energia significativa quando ouvia a música de abertura de um programa da TV. A semana vai começar. O final de semana se foi.
Eu tinha 20 e poucos anos. Sabia pouco da vida.
(mais…)
Aí achei que tinha achado um jeito de ressignificar isso.
Criei um projeto para meforçar afazer escrever semanalmente sobre o que eu sentia. -
Venho preparando meus projetos para refletirem as minhas ideias, na prática.
Não pode ser um fazer por fazer. Precisa causar alguma mudança, ao tempo que traz perguntas, discussões e perspectivas.
A tranquilidade segue operando aqui e buscando seu caminho cada vez mais. Agora, como se faz mudanças?
(mais…) -
Eu pratico uma série de assuntos, que no fim me habilitam uma questão principal: aumentar a minha confortabilidade.
(mais…)