Os sentidos e o lembrar me fizeram seguir, e veio um poema.
(mais…)Categoria: português
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Não é que você sabia que iria dar errado, mas em dado momento algo dá errado e você percebe que vai impactar. E aí você precisa decidir se vai seguir em frente.
É uma questão de segundos, de decidir “parar tudo” ou de “seguir em frente”.
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Se é que é para fazer sentido em um primeiro momento, quando estamos buscando validação e também buscando algum diferencial.
No mundo digital, sinais podem representar um monte de coisas diferentes com base no que sabemos e acreditamos. Nos projetos digitais e de software também.
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Por vezes as pessoas querem controlar tanto o que acontece… quando sabemos que na maioria das vezes, não temos controle algum.
O que nos cabe, de verdade?
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Eu particularmente não tenho interesse em discutir ideias se o objetivo é ter uma decisão baseada em retórica. Minha linha de raciocínio precisa de dados e racionalidade. Precisa de análises e testes.
E também não quero ficar inventando textos bonitos para dizer que eu fiz algo. Exemplo, eu não fiz um curso e passei na prova final. Não pode ser assim. Precisa ser algo intenso. Tipo. “Passei por uma grande jornada, desafiadora, que me testou diariamente, mas apesar disso, mantive o foco e segui em frente, até a vitória. E agora sou um profissional qualificado, mais excelente ainda do que já era.”
Estranho isso, mas estamos em um momento de mundo que parece nos “exigir” que a gente fique contando histórias ao invés de simplesmente fazer o que temos que fazer. Precisamos engajar, me falaram.
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Empreender não é uma brincadeira, e é um processo.
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E começa com um projeto. Algum. Qualquer um pra falar a verdade. -
Qual é a base? De onde estamos iniciando?
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Um movimento precisa de direção, e precisa de outras variáveis para não se perder pelo caminho. Precisa de energia.
E lembrar que jogar contra a nossa fisiologia e os nossos pontos fortes, somente cria barreiras e uma perda de energia gigantesca.
Eu tenho prestado atenção, ao olhar projetos:
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Outro dia pensei que ser uma pessoa que expressa arte é um processo de construção, reconstrução, destruição, conhecimento, reconhecimento e desconhecimento. Arte é o que falamos, o que sentimos e o que vivemos. E como expressamos e contamos nossas histórias.
Impossível não pensar em atitude e sobre o fazer. Só que em algum momento aparecem dependências. Arte pode exigir permissão para se fazer? Precisa de algum reconhecimento efetivo? E quais desafios vai se encontrar no caminho?
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