Não sou bom com encerramentos.
Eu busco de algum modo agregar e juntar tudo.
De algum modo um acumulador? Só não me reconheço assim, mas acho que deveria. O minimalismo deveria funcionar para tudo na vida, não somente coisas.
Sou um grande otimista, cheio de esperança. Na capacidade das pessoas funcionarem diferente.
Eu fico pensando e imaginando que elas podem ser diferentes, mesmo sabendo que não vai acontecer delas mudarem. A vida é o que se apresenta. E eu preciso repetir isso mais vezes.
Um encerramento deveria envolver ser grato ao que se teve até este momento, celebrar o que ficou de bom e dar adeus.
E claro… aceitar por toda a dor de um encerramento. Luto, negação, frustração, raiva, achar que eu tenho controle sobre algo, ansiedade, tristeza, até chegar em um ponto de reconhecer o que tenho e o que não está disponível. Mesmo que esse reconhecer seja que talvez certas questões nunca estiveram disponíveis e eu me enganei por bons anos. Talvez décadas.
E acho que tem um ponto importante. Ligado ao minimalismo e o fazer menos. Encerrar capítulos sem precisar abrir novos. Sem precisar recomeçar. Seguir com o que se tem.
“Só” encerrar.
— Daniel Wildt
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