Que a vida é o que se apresenta.
Que quem tinha que melhorar já melhorou ou deu algum sinal que está no caminho.
Quem foi, já foi. Quem não foi, já foi também.
Você vai encontrar por aí e ouvir histórias e ficar lembrando de alguma música, querendo entender por qual motivo não aconteceu com você. Com a sua presença. Não existia interesse em reconhecer sua presença. Nem seu esforço e menos ainda a sua história. Você foi para a classificação “qualquer um“. Essa é nova aqui.
Chega a hora de mudar o jogo. De dentro para fora.
Vale intensificar presença para quem é presente.
Quem se importa.
Quem te dá a real.
E quem dá a real não é quem fica toda hora fazendo pergunta ou tentando achar solução para tudo. Quem faz isso pode fazer um monte de coisa, menos te escutar.
Inclusive uma dica… dependendo da situação é importante situar as pessoas próximas do assunto de que, por vezes, não queremos resolução. Nem ideias.
Em verdade, precisamos de quem nos escute. Quem nos presenteie com o silêncio também. Aqueles que dão o tempo que for preciso para pensar e refletir sobre algo que esteja acontecendo. Não é um silêncio qualquer. É um silêncio de segurança.
Se você já tem pessoas assim na sua vida, cuide bem delas.
— Daniel Wildt
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