Anota o nome, assina e indica presença.
Todos os dias sou chamado pelo nome e preciso me dizer presente. Mesmo quando não estou conseguindo me ver. É automático.
Quando chego em lugares desconhecidos? Preciso me reconhecer. Dizer meu nome. Dependendo o local e a data de nascimento. Preciso me lembrar de quem sou e para onde vou. O sobrenome me persegue. O olhar também.
Todas oportunidades de pausa também indicam movimento para o que vem depois.
E antes e depois eu me lembro de ti. Me confundo.
Por vezes não sei se quero esquecer quem sou. Ou se queria poder esquecer de ti.
— Daniel Wildt
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