Ontem estava pensando em um projeto paralelo e a dificuldade de fazer o mesmo acontecer. E veio uma fala interna, sonora: BALELA!
Em um diálogo mais técnico fiquei pensando em uma pergunta:
“Por quê?”
E faço esta pergunta algumas vezes, até chegar em alguma raiz de problema. Em algum lugar eu escolhi um caminho ao invés de outro. Ter isso claro ajuda a tirar da frente desculpas. E se consegue chegar em algo único. Acionável.
O que chega é que eu escolhi fazer algo confortável ao invés de tentar enfrentar uma situação. Eu criei expectativa onde era condução. Fiquei esperando quando deveria atuar.
Ser intencional gasta energia. Talvez a pergunta seja se vale a pena usar esta energia para este problema ou situação.
Por vezes postergar ou procrastinar é um pedido para deixar de fazer algo que a gente insiste. O insistir e persistir é apenas um olhar. Perspectiva de quem é teimoso sobre algo sem considerar as variáveis do ambiente. Se dá certo, ganha parabéns e é chamado de persistente. Se nunca dá certo, vem crítica e indicação de insistente.
Considerar que projetos tem uma data de fim. Processos podem ser infinitos, mas processos pedem progresso e aprendizagem contínua. Fica mais fácil perceber teimosia em processos.
Ainda aprendendo a deixar de ser teimoso.
— Daniel Wildt
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