Ter a situação na sua mão. Só que quando o controle vira manipulação ou falta de confiança?
Uma dança envolve vulnerabilidade, ajuste e adaptação constante. Aqui falo de uma dança solta na técnica e no momento. Não de uma coreografia.
Ter a situação na mão, pode ser interessante. Sua experiência em prática.
Ter uma pessoa na mão, envolve aceitar que existe uma dependência e fazer uso daquele contexto. Aí eu me pergunto se é assim, a relação deixou de ser eu-tu e passa a ser eu-isso?
Se a pessoa está à mercê do que eu decidir e quiser, deixou de existir uma dança. Agora, se você está em um jogo e não em uma dança, muda de figura.
Um jogo de basquete é um jogo. E Michael Jordan, quando diz que quando ele está com a bola os jogadores adversários estão à mercê do que ele decidir fazer, ele tem um ponto.
Agora, em relações que queremos construir com pessoas, não deveríamos vivenciar como jogos, mas como danças. Com olhar, falas, sentimentos e acordo. Principalmente, cuidado e com a capacidade de ver as pessoas que ali estão.
— Daniel Wildt
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