Deveria ser um ato de clareza e entendimento. Um objetivo de ganho mútuo.
E ao longo da vida, descobrimos dois tipos de pessoas quando queremos trazer um assunto para discussão:
- “Evitativas“: não desejam profundidade nem aprender sobre o que acontece do outro lado. A opinião delas é suficiente e o que você pensa é falta de entendimento. E você que se vire com o que está sentindo e percebendo. Está vendo errado. Este tipo de pessoa joga pra cima da gente um pensamento e a escolha é aceitar o que foi jogado ou ser chamado de reclamão. Relações eu-isso do Martin Buber normalmente vão encontrar este tipo de perfil quando se tenta avançar para uma relação eu-tu.
- “Escutativas“: prontas para um tempo de escuta, de perguntas e entendimento do que estiver sendo trazido. Aceitam que a vida é cheia de suposições e dúvidas e que podemos ter espaços de escuta e aprendizagem. Não tem nenhum interesse em empurrar entendimentos. Quer ganhos que possam valer para o futuro. É como as relações eu-tu de Martin Buber começam a se desenhar.
Talvez você se perceba convivendo com pessoas “evitativas” e talvez esteja se enganando, sistematicamente, em pensar que existe alguma saída possível.
— Daniel Wildt
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