Em começo, uma série de referências e moldes. Aos poucos, identidade.
O caminho de encontrar a própria expressão não tem atalhos. Precisa de movimento prático. Entender onde nos travamos e onde a vida fica solta.
Menos sobre esforço e força, mais sobre continuidade e facilidade de criar cadência. Um hábito é expressão da disciplina. A nossa prática e a nossa arte, a nossa pura expressão. O percurso que queremos deixar no mundo.
Estar em piloto automático nos faz viver em um mundo paralelo, enquanto a nossa não consciência nos convida a esquecer da existência. Sem consciência não existe chance de ser resistência de tudo que nos empurram e nos forçam a ser. E que nos distancia da nossa essência.
Os acasos e os atos falhos nos permitem reconectar com o que deveríamos estar prestando atenção. Se entendermos que são pedidos de consciência.
— Daniel Wildt
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