O sonho de muitas pessoas é piscina com borda infinita.
No fim é uma sensação?
Transbordar é operar acima do limite. Nada opera em 100% da capacidade. Quer dizer, por algum tempo opera. Depois estraga de um jeito que precisa de tempo de parada corretiva e perda de consistência. E talvez nunca volte a operar como era antes.
Saudade é um sinal de nível baixo? Abraço e vida com intensidade preenche?
E o que pode ser o efeito para desgaste ou erosão?
Os limites que tenho são conectados ao sistema que vivo. Não consigo fazer mais por tempo disponível em relação a demandas que tenho nos projetos que responsável sou e recursos financeiros.
Tenho a chance de desafiar estes limites, sempre fazendo incursões e imersões pequenas que podem me dar a chance de experimentar e fazer algo diferente. Em cada mês deste ano quero tentar fazer algo diferente.
Não importa. Um passeio, uma experiência, uma vivência em algum lugar ou com alguém. Aprender novas palavras para o que talvez eu sinta e perceba.
Ontem fiquei irritado. Bati novamente em um gatilho que já conheço. Me reconheci. Resumo: me vi novamente… não visto. Agora tenho mais consciência. Me recuperei rápido, comparado ao que já passei. E sofri e não sabia dizer o que estava sentindo. Depois a estrada me acalmou. Me lembrou que é o que é. É o que existe. É o que tem. Me permitiu também gritar sobre a urgência de estar vivo buscando outra forma de pensar. Sim, Dead Fish.
— Daniel Wildt
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