Todo dia existe uma oportunidade de decidir.
Se a vida vai seguir como está. Se vamos deixar passar. Se vamos nos indignar.
Existem escolhas, relações de poder e as relações que construímos na vida. Se eu quero ter pessoas próximas de mim, eu me esforço para ver e estar com estas pessoas?
Se são relações utilitárias, ambas partes visualizam assim?
Se existe uma conversa para acontecer onde é preciso deixar algo claro e presente. Ou se é só silenciar. Existe uma decisão.
Normalmente nesse último caso tem relação direta sobre o sentimento de “se importar” que se percebe do outro lado. Se o outro lado pouco se importa, silenciar e deixar esvaziar é suficiente.
Agora.
Se existe capacidade de escuta, pode ser importante trazer o que se passa e deixar a outra pessoa “chegar” e trazer reflexões e histórias também.
Normalmente silenciar são as relações eu-isso e a troca com escuta, relações eu-tu, seguindo Martin Buber. E nas relações eu-tu pode ter choro, riso, prazer, acolhimento, calma, tudo junto. Vai ter o que precisar e puder existir. E principalmente, tem presença.
— Daniel Wildt
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