Estou aqui escrevendo, em silêncio, me sentindo tranquilo.
Ao redor um monte de bagunça. Casa de veraneio. Muito para guardar.
Tenho usado o lema “quando eu precisar aproveito para arrumar e guardar“.
Isso tem me ajudado a entender que trouxe muita coisa que “talvez fosse útil” mas não tem se mostrado necessária.
O quanto que a gente carrega por aí, que não precisava?
Muitas perguntas “e se”, sem praticidade nem consequência real. O ambiente molda nossos comportamentos. A falta de segurança para ser quem eu sou é o maior causador de medo e gerador deste modo, por aqui. E notei que não estou falando agora sobre empacotar coisas para trazer para um período de férias.
É, eu precisava de férias.
— Daniel Wildt
P.S.: agora que percebi isso aqui, em ordem prática, fico pensando em como rodar um jogo do minimalismo invertido, para de certo modo “dar uso” para as coisas que eu trouxe. Afinal, o que eu não consumir ou usar, terei de levar de volta para casa.
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