Acho impressionante a nossa incapacidade de ler mapas e mais ainda a de lermos os territórios e seus riscos.
Eu gosto muito de pensar em cenários. Eles me ajudam a entender onde estou e quais caminhos podem existir.
O desafio nesse exercício é conseguir manter o foco e objetividade sem a necessidade de desespero pelo excesso de opções ou pela incapacidade de escolher um caminho.
Gosto de pensar em cenários pensando no pior caso. Nem sempre é o que acontece.
Normalmente algo que tem contorno acaba acontecendo, mas o pensamento de pior cenário ajuda a encontrar os caminhos intermediários. E confesso que fico feliz quando algo não planejado acontece e consigo executar algum dos cenários pensados.
Quanto mais vivo um determinado território mais tomo conhecimento do que pode acontecer, das variáveis que influenciam e de caminhos possíveis para seguir existindo nesses lugares.
Quais territórios você pertence?
— Daniel Wildt
Venha junto! Consciência de tempo, projetos paralelos e apoio no seu caminho de aprendizagem, através do projeto A Filosofia da Tranquilidade! Olha também a newsletter e projetos do agora.