Já pensou por fazer o que tiver que fazer e não precisar ficar compartilhando?
Eu parei de publicar quando escrevo aqui diariamente. Não que não faça divulgações, mas elas acontecem por algum motivo. Eu escrevo sempre para uma pessoa e se de algum modo o conteúdo do que eu escrevo chegou na pessoa, me sinto realizado já.
Por vezes o texto aqui é resultado de uma conversa em alguma rede social ou até presencial, que eu sintetizo e crio metáforas e trago para algum contexto que me permite compartilhar sem identificar e sem querer expor em específico.
Eu tenho feito alguns exercícios de desligar e por vezes não documentar. Ontem teve evento, reuni pessoas em uma das iniciativas que mais curto sobre projeto paralelos. Uma roda de conversa. Não teve foto. E não vai ter, no que depender de mim. É um momento para quem estiver lá vivendo.
Esse exercício de desligar é algo relevante. Não digo que eu não vá um dia fazer uma foto para imprimir e guardar no meu álbum do ano. Estou agora pensando nisso novamente. Ter algumas fotos para lembrar do que eu fiz.
Desligar é um processo, não uma decisão. É um lembrar sempre que possível de que podemos viver mais em nós mesmos e com quem está ao nosso redor. E em algumas situações, estas pessoas vivendo conosco são as pessoas que devem importar.
— Daniel Wildt
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