O que vão pensar?

O que julgarão? O que dirão?

E assim pouco a pouco nos travamos com os “não” que achamos que recebemos e os que fabricamos.

E no fim não realizamos, projetando o que as pessoas vão pensar, lembrar, falar, escrever, e qualquer outra forma de expressão que seja possível.

Faz diferença, de verdade?

— Daniel Wildt

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