Desistir não pode ser maior que resistir, iniciando por se fazer presente.
Assumir a responsabilidade do que é nosso.
Do que se faz e do que não se faz.
Deixar de terceirizar o que não está legal, nem certo. De cuidar dos nossos princípios.
Parece simples: ou muda o que está acontecendo, ou dança conforme a música presente.
E na verdade é simples, mas a gente cria buracos e riscos e dependências. E mais ainda… ficamos acreditando que as coisas vão mudar, quando sabemos que elas já deixaram de fazer sentido faz tempo.
O que sobra, e importa, é fazer o que está no nosso controle.
— Daniel Wildt
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