Dos encerramentos de ciclos e mudanças de perspectiva.
Até que pensava da vida ser inteira, intensa e infinita. Ao longo do tempo por vezes a vida é entediante, cheia de quebras e sempre nos apresentado novos finais, ou novos começos.
Gosto de pensar na possibilidade do presente se repetir, mesmo sabendo que talvez um excesso de rotina deixasse tudo infeliz.
Outro dia acreditava que era possível fazer diferente. Que nem tudo tinha sido tentado. Logo me lembrei que não importava o quanto mudasse, não era suficiente. Nunca era suficiente.
Sutil sentimento de ser insuficiente e incapaz, que arrebata qualquer otimismo presente lembrando que somos incompletos e finitos… e que essa é a beleza.
Tanta paz de presença parece pedir acolhimento, mas talvez o que se precisa é um rompimento? Dos rápidos e doloridos apenas no início? Vai saber, pois a sutileza parece indicar também paciência.
Onde existir ansiedade que se coloque presente a calma, que respira e acolhe o que realmente importa.
— Daniel Wildt
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