Eu pratico uma série de assuntos, que no fim me habilitam uma questão principal: aumentar a minha confortabilidade.
Algumas pessoas vão me lembrar que eu deveria trabalhar constantemente para sair da zona de conforto. O que eu mais quero é poder fazer determinadas atividades estando em zona de conforto. Quero aumentar ela. Exemplo um arremesso que já treinei 1000 vezes, em uma determinada posição da quadra de basquete. Tenho muito mais chance de acertar este arremesso em jogo do que sair da minha zona de conforto e tentar um arremesso que treinei pouco ou nunca treinei.
Me vejo querendo confortabilidade para poder fazer o trabalho que precisa ser feito. E um dos aprendizados que venho tendo é bem pragmático.
Muitas vezes só o que precisamos é fazer o trabalho. Ir para o pronto. Usando o simples. E nem é sobre estarmos felizes, motivados ou qualquer outro sentimento. É só sobre fazer o trabalho.
Falo com um ar de indiferença, mas um pouco é isso mesmo. O mundo, principalmente o corporativo, não está nem aí para o que você sente e para o que está ao redor. Tem o que todo mundo vê, mas ninguém tem paciência mais de falar. Logo, o que sobra é fazer o trabalho que precisa ser feito. E depois disso poder contribuir e criar o que fizer sentido real para você. A sua arte.
Estar confortável em fazer o trabalho, independente indiferente do que está acontecendo ao redor, do que você não se tem controle, é um grande aprendizado para se construir.
— Daniel Wildt
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