Como se tornar relevante em um determinado grupo? Daniel Wildt responde ep. 21 #dwildt101

Respondendo pergunta do Marcio Brufatto, sobre como se tornar relevante em um grupo. Falei sobre minhas experiências em comunidades de prática e fiz um exercício “e se eu não tivesse o aprendizado X”, que são legais para exercitar gratidão pelas coisas que fazemos e as pessoas que conhecemos pelo caminho.

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Palestra RS on Rails 2013 – Construa um produto. Quando? Neste final de semana.

RsRails

Hoje foi dia do RS on Rails, evento da comunidade Ruby do RS. Eu gosto muito de participar do evento, pelo engajamento da comunidade. Reencontro com muita galera que eu respeito pelo trabalho que faz.

Fiz uma palestra com um título instigando o pessoal a criar um produto. Que seja até só para o fato de criar um. O objetivo não é fazer dar certo, mas entender o processo de pensamento e desenvolvimento da ideia. O pior que pode ocorrer nisso tudo é dar certo. 🙂

Falei sobre muita coisa que gosto. A apresentação pegou alguns aspectos.

  1. Falar sobre a pessoa que vai querer criar o produto. Comentei características que precisamos desenvolver como profissionais.
  2. Depois falei sobre vontades, aí convocando o pessoal a pensar em ideias que querem fazer acontecer, criando algum tipo de restrição de tempo para fazer acontecer. Comentei aqui sobre o Business Model Canvas e sobre o Lean Canvas.
  3. Os medos. Muitas vezes não fazemos algo porque temos medo. Receio de falhar. Aí eu reforço que a falha já está nos acompanhando. Que o nosso objetivo é sair da inércia de estar em um modo falha. Isto nos ajuda a perceber que nada temos além de uma ideia, que provavelmente outras pessoas pelo mundo tiveram e algumas devem ter até implementado.
  4. As capacidades. Considero o conhecimento de Metodologias Ágeis, e no caso de quem é desenvolvedor, se especializar em práticas focadas na engenharia de software. Neste sentido o eXtreme Programming é a melhor das metodologias para focar. Também puxo no aspecto cultural, da melhoria contínua e cultura de aprendizado, prevenção. Neste sentido ninguém melhor que o Lean para puxar todo o conhecimento que precisamos. E no final comentei sobre momentos de reflexão. Precisamos parar para refletir sobre o que estamos fazendo, para podermos melhorar.
  5. E o plano? A base do plano vai nas premissas: (a) tudo é um experimento, (b) estamos funcionando em ciclos PDCA (Plan-Do-Check-Act) ou BML (Build-Measure-Learn) e (c) que apesar do mundo lá em cima nos sonhos ser lindo, estamos aqui para validar ideias. 🙂
  6.  Ah sim, o plano!! Fui trabalhando com o pessoal aspectos que considero úteis para a montagem do plano de um produto, e algumas ferramentas que podem ser bem úteis para apoiar o processo. Na prática o que queremos aqui é conseguir clientes, nutrir eles e tratar bem, para que eles se tornem fãs do seu produto e serviço e praticamente defensores do que você faz. Eles vão ajudar a trazer novos clientes, porque vão se sentir parte do seu processo do dia a dia.

Eu gostei muito de fazer esta palestra. E espero que ela comece a render frutos. O ponto é que as pessoas que se cadastraram durante a palestra, e na prática qualquer um que se cadastrar a partir de hoje, vai fazer parte de um grupo seleto de pessoas que eu vou ajudar e trocar ideias sobre as coisas que estou testando e sobre coisas que eles queiram testar e criar.

Esta palestra provavelmente daqui alguns meses vai virar um curso, e até lá e depois mesmo, estas pessoas que estão me ajudando poderão ganhar novos conhecimentos enquanto eu vou ajustando e agrupando os conhecimentos para criar este curso.

Se interessou?

Então dá uma olhada nos slides aí e entra pro time.

I am …!?

In order to start saying “I am …!“, we need first to ask a question. And it can be: “Who am I?“. Sometimes that question is a huge question. Then we can start with a different question like “How do I want to live?“. Just to think about a life style.

Or… maybe just think about your dreams.

When we start “downloading dreams” into real life, transforming them into projects, we start facing and struggling with reality. And it’s only our choice to keep moving and seeking for finishing those projects, or stop and learn. And with finishing, what we want is that “fulfillment feeling”.

We can start to understand better our brain.

But inside our brain, or our hearts, it’s our purpose.

My take is that everybody should think about purpose. You should be living your passion. Even if it’s not everybody’s passion.

About “Who am I?”. I don’t to know who you were, or who you want to be. We can start looking in a different perspective. Outside in.

Think of you as a product or service to help the world to become a better place. Ok?

Have you ever thought about that?

So start thinking about that. I can wait… 🙂

Now, let’s answer questions like:

  • Who do I help?
  • How do I help?
  • How people find me, and how do I deliver what I do?
  • How do I interact with people?
  • What do I get from that? What do I give?
  • What do I do?
  • What do I have?
  • Who helps me?

Those are questions we usually answer when thinking about a business model and understanding a product/service, looking at a Business Model Canvas.

But in this case, the perspective is based on a Business Model You!

Think about you!

Build your purpose and think about how to transform who you are in what you do!

And… don’t wait for a script. Build your own. Find freedom.

Find your way to wake up without the help of an alarm clock.

Find your peace.

Find your pace.

Find your place.

Find yourself.

Happy 2013 to you.

Criando um ambiente de aprendizado

Quebrar paradigmas, inserir novas idéias, criar foco, criar disciplina, criar sinergia no time. Podemos olhar o papel de um coach dentro de um time ágil como alguém com iniciativa para trabalhar estes pontos. De início.

Olhando outra perspectiva, temos Terry Tate, que participou de uma série de propagandas, mostrando o papel de um “Office Linebacker“. O que Terry faz em diversos pontos é criar jogos mentais, e trabalhar muito bem a disciplina, mas não simplesmente criando avisos, alertas ou padrões, motivando as equipes. Ele garante que o time deve manter o foco.

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