Fluxo contínuo. Como se faz a transição a partir de iterações? #dwildt101 ep 34

Fluxo contínuo. Pensamento Lean. E veio em conversa pelo twitter uma pergunta do Walmyr Filho:

Falar sobre Fluxo contínuo, sobre quando um time sai de iterações (scrum) e passa a fazer uso de entregas com fluxo, leadtime / takttime, uso de kanban – Walmyr Filho

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Uma nova tarefa no meio da iteração planejada. O que fazer? #dwresponde ep. 15

Mais uma edição do Daniel Wildt responde! No episódio 15, pergunta de Vitor Consalter!

Fala Daniel, blz?
Situação é a seguinte: 4 desenvolvedores tocando um sprint de um projeto X. No meio do sprint um “Cliente especial” liga e pede uma alteração em projeto Y. Um dos desenvolvedores deixa o projeto X e começa a tocar o Y. Por muitas vezes esse desenvolvedor não volta para o projeto X até o final do sprint. GP reduz as tasks do kanban e essa redução não tem piores complicações.
Problema: motivação dos outros 3 desenvolvedores vai por água abaixo. Em diversas reuniões de retrospectivas é comentado essa situação e os desenvolvedores comunicam suas insatisfações.
O que fazer? 🙂
Abraços Daniel.
Vitor Consalter

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A importância das filas e da variabilidade

Nenhum sistema consegue funcionar com 100% de utilização. De uma forma ou de outra, procuramos uma cadência para funcionar e gerir nossas equipes de trabalho.

Uma das grandes descobertas que tive no aprendizado e prática de metodologias ágeis, foi a importância de minimizar a variabilidade das atividades que executamos. Ao invés de permitir que o sistema tenha atividades de 5 horas e outras de 40 horas, procuramos de alguma forma mais estabilidade.

Ao fazer isto, começamos a fazer mais quebra das atividades maiores, mas o impacto no time não é simplesmente aumento de atividade de análise para garantir a quebra, mas a baixa significativa da complexidade e do risco que acabava indo junto com o planejamento.

O grande jogo de minimizar o tamanho das atividades é com isto minimizar a variabilidade das atividades e encontrar neste processo cadência.

Para ajudar nesta discussão, aconselho demais a aula gratuita do Alisson Vale sobre este assunto, no Software Zen.

Deixe no comentário aí desafios que você enfrenta com o seu time no processo de aprendizado em virtude de grandes esperas.

Chegando ao tal MVP (Minimum Viable Product)

Um MVP, no português Produto Mínimo Viável, pode ser visto como a versão de um produto ou serviço que vai ser colocada a teste, para a comunidade tida como público alvo do mesmo.

Um MVP não precisa ser um software pronto. O Dropbox tem a história clássica de fazer o pitch do produto tendo apenas uma página de sign-up e um vídeo mostrando como o serviço “funciona” (na época não existia nada).

O que se quer neste processo? Validação. Entender o que está sendo feito e poder validar com usuários potenciais. Ganhar aprendizado para poder ajustar e poder testar com uma gama maior de usuários. Entender se as taxas de conversão seguem funcionando e de preferência crescendo.

Queremos entender se o entendimento do produto/serviço é claro para o público que estamos buscando e também entender se existem outros públicos para qual deveríamos estar dando atenção.

Um projeto colocado em uma plataforma como o Catarse ou Kickstarter pode ser visto como um MVP.

Ao lançar um MVP, existe uma intensão, um experimento. Queremos testar alguma hipótese, vendo se o texto está sendo mais efetivo que o anterior. Vendo se o modo de divulgar o preço se faz mais atrativo que o modo anterior. Se quer validar e ganhar um novo aprendizado, para então se poder rodar um novo experimento.

Ah, o mais importante. Um MVP é o início. Não o fim. 🙂

Você pode citar exemplos de MVPs?