Quando você precisa fazer alguma coisa acontecer, qual a sua estratégia para fazer acontecer? Uma música / playlist, imagem? Uma pessoa, um modelo de sucesso que você tem por aí?
Temos a capacidade de criar gatilhos e ações para que possamos fazer acontecer. Quer iniciar algo novo? Quer criar um novo hábito?
Quando estamos com as nossas metas pela frente, muitas delas fazem parte das coisas que gostamos de fazer. Mas nem sempre estamos fazendo o que gostamos, mas estamos fazendo o que precisamos fazer.
— Daniel Wildt
Venha junto! Consciência de tempo, projetos paralelos e apoio no seu caminho de aprendizagem, através do projeto A Filosofia da Tranquilidade! Olha também a newsletter e projetos do agora.
Muito interessante conversar com amigos e ver alguns reclamando do que fazem, fazendo horas extras e ganhando algumas noites mal dormidas por causa do excesso de trabalho.
Mais interessante conversar com amigos trabalhando em projetos pessoais e dedicando +15 horas por dia e finais de semana sem ainda ter ganho R$1 por todo o trabalho sendo desenvolvido. E terminando os dias com um sorriso no rosto sem explicação.
Estava conversando com um amigo e comentando sobre o processo que estou fazendo, de desenvolver uma newsletter para avisar quem curte acompanhar o meu trabalho das novidades, palestras, vídeos publicados e outras coisas que podem passar desapercebidas das redes sociais.
E a pergunta que veio foi simples: mas ainda existe mail marketing?
A resposta é sim. E claro, tudo depende do que se quer fazer com o mail marketing. Quero construir uma rede que vai poder receber conteúdo que produzo. Desenvolver e nutrir esta lista é o grande desafio.
Email ainda é um dos meios mais efetivos para comunicação. Tudo bem que podemos fazer isto tendo assinantes de canal no youtube, seguidores no twitter, curtidas de página no facebook, mas ainda, pode ter certeza, nenhum meio é mais efetivo que um bom email enviado. E por isto que precisamos saber como nos comunicar, ter permissão de fazer o envio e tratar de comunicar somente com pessoas interessadas. Por isto a importância de uma política anti-spam.
Tudo isto faz parte do processo de criar produtos. Um livro é um produto, mas poderia ser um software ou um serviço. Criar conteúdo manter contato com as pessoas que possuem interesse é muito importante.
Ter uma lista de emails e desenvolver uma comunidade pode ser tão importante que coloco aqui um vídeo do Jeff Walker, que é uma das referências no processo de lançamento de produtos (aqui no Brasil quem puxa o assunto é o Erico Rocha com a Fórmula de Lançamento). Os dois reforçam muito sobre a importância na construção da lista.
Escrever é bom, mas melhor do que isto é escrever para pessoas interessadas em ler e discutir o assunto em questão. Muitas vezes recebo retorno dos emails que envio e tenho a chance de aprender coisas novas e legais que as pessoas que me acompanham me ensinam também.
Contribuição, colaboração, gratidão. E assim o mundo vai seguindo.
— Daniel Wildt
Venha junto! Consciência de tempo, projetos paralelos e apoio no seu caminho de aprendizagem, através do projeto A Filosofia da Tranquilidade! Olha também a newsletter e projetos do agora.
Para se escrever é preciso ler. É preciso interagir, conversar com outras pessoas, trocar ideias, mas para interagir é preciso conteúdo, então é preciso aprender de alguma forma.
Eu quero ler, tenho muitos assuntos para estudo
Preciso de um jeito para organizar as leituras
Solução: criar tempo e ritmo!
Eu coloquei como meta usar 30-60mins do meu dia para ler. Esta leitura é de algum livro que está na minha fila de leituras, que vem crescendo e quero tratar isto. O tempo total de leitura vai depender do momento do dia, e principalmente do sono se for escolhido o período noturno para a atividade. 🙂
Em 2013 não pude aparecer no Agile Trends porque tinha um outro evento no mesmo dia.
Em 2014 não é o caso! Neste dia 24 eu chego para uma intervenção depois do almoço! 🙂
O nome da atividade? Construa um produto. Quando? Neste final de semana!
Qual é o ponto?
Construir produtos é uma excelente forma de testar nossas habilidades. Sendo designer, desenvolvedor, analista de negócio, testador, gestor de um projeto, todos papéis são imporantes. Agora, precisamos praticar a nossa humildade e o processo de receber feedbacks, de desenvolver clientes, desenvolver nossa comunidade, nossa rede. Nesta atividade quero discutir e praticar alguns experimentos que tenho feito, ligados e não ligados somente a software, com lições que tenho aprendido sobre marketing, sobre o mercado, networking, sobre software.
Então é isto. Se você quer participar de uma atividade para pensar a respeito de marketing, divulgação, modelos de negócios, sobre as habilidades que você tem hoje e que vai desenvolver durante o ano, chega mais e vamos criar algo aí.
Em 2013 comecei a escrever mais… poesias. E para isto usei um blog chamado Tresler. Lá comecei a publicar poemas e junto com estas atualizações tinha definido uma meta: publicar um livro de poemas até 31/dez/2013. E nesta meta, uma regra: possuir 100 histórias. Poderiam ser poesias, contos, crônicas, músicas.
Acabou que foram muitas poesias (muitas mesmo) e algumas crônicas. Os assuntos vão de amor, superação, lições de vida, assuntos que eu leio, ouço, vejo e vivo. Tem alguns poemas em inglês, mas a maioria está em português.
Já estou montando material para outro livro que vai ser publicado em 2014, e com todos os feedbacks e novos aprendizados com a poesia que estou tendo. Certamente ler este livro será legal para quem quer acompanhar meu processo de melhoria na escrita de poemas! Agradeço o apoio desde já! Vamooo!!
Hoje foi dia do RS on Rails, evento da comunidade Ruby do RS. Eu gosto muito de participar do evento, pelo engajamento da comunidade. Reencontro com muita galera que eu respeito pelo trabalho que faz.
Fiz uma palestra com um título instigando o pessoal a criar um produto. Que seja até só para o fato de criar um. O objetivo não é fazer dar certo, mas entender o processo de pensamento e desenvolvimento da ideia. O pior que pode ocorrer nisso tudo é dar certo. 🙂
Falei sobre muita coisa que gosto. A apresentação pegou alguns aspectos.
Falar sobre a pessoa que vai querer criar o produto. Comentei características que precisamos desenvolver como profissionais.
Depois falei sobre vontades, aí convocando o pessoal a pensar em ideias que querem fazer acontecer, criando algum tipo de restrição de tempo para fazer acontecer. Comentei aqui sobre o Business Model Canvas e sobre o Lean Canvas.
Os medos. Muitas vezes não fazemos algo porque temos medo. Receio de falhar. Aí eu reforço que a falha já está nos acompanhando. Que o nosso objetivo é sair da inércia de estar em um modo falha. Isto nos ajuda a perceber que nada temos além de uma ideia, que provavelmente outras pessoas pelo mundo tiveram e algumas devem ter até implementado.
As capacidades. Considero o conhecimento de Metodologias Ágeis, e no caso de quem é desenvolvedor, se especializar em práticas focadas na engenharia de software. Neste sentido o eXtreme Programming é a melhor das metodologias para focar. Também puxo no aspecto cultural, da melhoria contínua e cultura de aprendizado, prevenção. Neste sentido ninguém melhor que o Lean para puxar todo o conhecimento que precisamos. E no final comentei sobre momentos de reflexão. Precisamos parar para refletir sobre o que estamos fazendo, para podermos melhorar.
E o plano? A base do plano vai nas premissas: (a) tudo é um experimento, (b) estamos funcionando em ciclos PDCA (Plan-Do-Check-Act) ou BML (Build-Measure-Learn) e (c) que apesar do mundo lá em cima nos sonhos ser lindo, estamos aqui para validar ideias. 🙂
Ah sim, o plano!! Fui trabalhando com o pessoal aspectos que considero úteis para a montagem do plano de um produto, e algumas ferramentas que podem ser bem úteis para apoiar o processo. Na prática o que queremos aqui é conseguir clientes, nutrir eles e tratar bem, para que eles se tornem fãs do seu produto e serviço e praticamente defensores do que você faz. Eles vão ajudar a trazer novos clientes, porque vão se sentir parte do seu processo do dia a dia.
Eu gostei muito de fazer esta palestra. E espero que ela comece a render frutos. O ponto é que as pessoas que se cadastraram durante a palestra, e na prática qualquer um que se cadastrar a partir de hoje, vai fazer parte de um grupo seleto de pessoas que eu vou ajudar e trocar ideias sobre as coisas que estou testando e sobre coisas que eles queiram testar e criar.
Esta palestra provavelmente daqui alguns meses vai virar um curso, e até lá e depois mesmo, estas pessoas que estão me ajudando poderão ganhar novos conhecimentos enquanto eu vou ajustando e agrupando os conhecimentos para criar este curso.
O ponto base do programa era discutir o morar com os pais ou não morar com os pais. Eu acho o assunto bem relativo e depende muito dos objetivos que cada um está buscando.
Já tinha lido uma matéria no jornal sobre o assunto de pessoas que se diziam “independentes” mas dependiam financeiramente dos pais para viver.
Comecei a ajudar meus pais quando comecei a trabalhar, aos 17 anos. Para mim foi uma questão automática, de perceber que eu estava habilitado para aplicar o senso de responsabilidade pelo que consumia e usava da casa. Também me sentindo dono e portanto querendo compartilhar e colaborar.
No programa se trata de algumas tentações, que é quando morar com os pais permite uma facilidade só encontrada em hotéis. Cama, alimentação, tudo a disposição, reposição automática, parece mágica. E sem precisar passar o cartão de crédito/débito/drébito.
Acho que o ponto é transformar a relação, como é discutido no programa. De se entender que ok, você pode morar com seus pais, ou com quem quer que seja, mas a visão de responsabilidade é essencial… ajuda a evoluir e buscar soluções diferentes. A buscar a sua solução. Sua vida. Não necessariamente o sair de casa, mas na questão de apoiar na manutenção dos recursos que a casa oferece.
O outro ponto discutido vai na escolha da profissão, sobre termos algo parecido com um ciclo básico que permita uma pessoa experimentar mais e ver qual rumo quer seguir. Eu tive muita sorte de ter escolhido viver e trabalhar com assuntos que me interessam e me cativam. Assuntos que me ajudam a formar o meu propósito. A ter minhas causas. E a resposta para isto eu acho que vai acabar se resolvendo pelo dinamismo que o nosso mundo está ganhando. Olhando para a área de tecnologia da informação, existem programas pelo mundo querendo ensinar desenvolvimento de software para pessoas ainda na escola. Todo este tipo de formação de habilidades, foco nas ações, permite que jovens tenham clareza sobre o que gostam e o que deixam de gostar. De experimentar. De escolher um estilo de vida.
Agora… mesmo com a escolha mal feita, como se manter no trilho da felicidade. Como fazer acontecer? E se der errado o processo de escolha profissional? Eu acho que o problema está aqui. Não é em morar com os pais. É em ter coragem de se adaptar. Coragem de buscar o que se acredita. Solução?
O mercado de empreendedorismo vem crescendo e muito no Brasil. Conhecer mais sobre modelos de negócio e desenvolvimento de negócios é um skill que deveria (eu acho que deve!) ser padrão para qualquer profissional. Independente da sua área de atuação.
O assunto Cultura de Aprendizado é um assunto que me cativa demais. Seja pelo meu objetivo de vida de me tornar inútil e ajudar lideranças a serem formadas, mas também pela questão de formação de times de alto desempenho. Ajudar a desenvolver profissionais que sejam melhores profissionais, dia após dia. Lembrar que tudo isto é um processo de adaptar e desenvolver a governança corporativa.
É algo que envolve a cultura da organização, envolve uma questão de atitude de cada pessoa, e principalmente o grupo, a sinergia que o grupo consegue desenvolver. No final, o que se quer é viver feliz, desenvolvendo um trabalho de valor, e evitar a famosa aposentadoria por alívio.
A cultura de aprendizado sendo trabalhada vai ajudar a desenvolver uma cultura de prevenção. E tudo começa a fazer sentido. Um time mais responsável, com liberdade e muita colaboração para fazer as coisas acontecerem.