Seth Godin falou em um post que nos dias de hoje é muito fácil fazer algo. Não temos quem nos diga não. Normalmente a resposta e um “vá em frente!“. Qual o impacto disto nos nossos dias?
Etiqueta: do it yourself
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Uma das coisas que acredito é em criar fluxo. Ritmo.
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Ao olhar para frente, temos expectativas, sonhos. Ao olhar para hoje, temos reflexões, e possivelmente também frustrações. Ao olhar para o passado, deveríamos bater palma, e ter gratidão por tudo o que foi feito. Agradecer aos recursos disponíveis, ao tempo que existia disponível, e usar isto como aprendizado para acontecer cada vez mais. No final do dia?
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Vou me tornar um empreendedor. É o que ouço de várias pessoas que converso em eventos. É suficiente essa afirmação? Tem algo mais?
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Uma das grandes maneiras de aprender sobre desenvolvimento de software é praticando. Isto pode acontecer com aplicativos de exemplo, mas existem formas mais efetivas.
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Todos domingos tenho acompanhado um novo episódio do documentário Sonic Highways.
Em cada episódio, uma música sendo produzida em um local diferente dos Estados Unidos. E em cada oportunidade, a chance de conectar com a história local, e permitir que a gente conheça mais sobre música e sobre artistas que fizeram parte da história e da cena.
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E mais um post puxando assuntos da Desconf 2014.
Foi realmente um evento muito bom, de ouvir, participar. Todos os sentidos se tornam presentes e atentos ao que é tratado.
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Em 2014 fiz a minha quarta participação na Desconf. Já falei sobre esportes, sobre vida, sobre propósito, e em 2014 falei sobre como “proceder” quando não se tem mais nada a fazer, a não ser fazer. 🙂
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Não somos preparados para a falha. Uma generalização sim mas ao longo das consultorias e treinamentos que tenho feito, acabo usando muito tempo ajudando times a aceitarem a situação em que estão e ajudar os mesmos a criar mecanismos para seguir em frente.
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Durante a minha vida profissional aceitei alguns desafios que, apesar de muito legais, acabaram se tornando problemas. E não pelo desafio profissional em si, mas pelo excesso de energia mental e física que demandavam.
Só que já passei por situações que demandavam muito mais energia do que as problemáticas, e conseguia viver “rindo”. Aqui tem um componente de buscar fazer o que se gosta, mas nem sempre conseguimos notar o que acontece, pelo piloto automático que funciona dentro da nossa cabeça.