Seja o que quiser ser e também seja um desenvolvedor de software!

Não. Não estou dizendo que é fácil. Desenvolver software é uma arte. Requer muita responsabilidade, e qualidade técnica no trabalho que é feito. Pode ser um segundo fluxo de valor na sua vida, uma diversão, ou sua renda principal.

No mínimo, uma forma de aprendizado e de desenvolvimento de novas capacidades.

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Criando uma comunidade com conteúdo

Estava conversando com um amigo e comentando sobre o processo que estou fazendo, de desenvolver uma newsletter para avisar quem curte acompanhar o meu trabalho das novidades, palestras, vídeos publicados e outras coisas que podem passar desapercebidas das redes sociais.

E a pergunta que veio foi simples: mas ainda existe mail marketing?

A resposta é sim. E claro, tudo depende do que se quer fazer com o mail marketing. Quero construir uma rede que vai poder receber conteúdo que produzo. Desenvolver e nutrir esta lista é o grande desafio.

Email ainda é um dos meios mais efetivos para comunicação. Tudo bem que podemos fazer isto tendo assinantes de canal no youtube, seguidores no twitter, curtidas de página no facebook, mas ainda, pode ter certeza, nenhum meio é mais efetivo que um bom email enviado. E por isto que precisamos saber como nos comunicar, ter permissão de fazer o envio e tratar de comunicar somente com pessoas interessadas. Por isto a importância de uma política anti-spam.

Tudo isto faz parte do processo de criar produtos. Um livro é um produto, mas poderia ser um software ou um serviço. Criar conteúdo manter contato com as pessoas que possuem interesse é muito importante.

Ter uma lista de emails e desenvolver uma comunidade pode ser tão importante que coloco aqui um vídeo do Jeff Walker, que é uma das referências no processo de lançamento de produtos (aqui no Brasil quem puxa o assunto é o Erico Rocha com a Fórmula de Lançamento). Os dois reforçam muito sobre a importância na construção da lista.

Este processo de montar lista, tem acontecido com os livros que estou escrevendo. Nos dois casos, estou montando uma lista com pessoas interessadas nos assuntos tempo / estilo de vida e user stories / desenvolvimento de projetos / especificações, e tenho a chance de me comunicar com estas pessoas, passando conteúdo exclusivo. E neste caso são conteúdos entregues em formato de livro, mas também pode acontecer com vídeos como os que publico no meu canal do youtube.

Escrever é bom, mas melhor do que isto é escrever para pessoas interessadas em ler e discutir o assunto em questão. Muitas vezes recebo retorno dos emails que envio e tenho a chance de aprender coisas novas e legais que as pessoas que me acompanham me ensinam também.

Contribuição, colaboração, gratidão. E assim o mundo vai seguindo.

— Daniel Wildt (faça parte da minha lista e receba um capítulo do #VivaSeuTempo)

 

Palestra RS on Rails 2013 – Construa um produto. Quando? Neste final de semana.

RsRails

Hoje foi dia do RS on Rails, evento da comunidade Ruby do RS. Eu gosto muito de participar do evento, pelo engajamento da comunidade. Reencontro com muita galera que eu respeito pelo trabalho que faz.

Fiz uma palestra com um título instigando o pessoal a criar um produto. Que seja até só para o fato de criar um. O objetivo não é fazer dar certo, mas entender o processo de pensamento e desenvolvimento da ideia. O pior que pode ocorrer nisso tudo é dar certo. 🙂

Falei sobre muita coisa que gosto. A apresentação pegou alguns aspectos.

  1. Falar sobre a pessoa que vai querer criar o produto. Comentei características que precisamos desenvolver como profissionais.
  2. Depois falei sobre vontades, aí convocando o pessoal a pensar em ideias que querem fazer acontecer, criando algum tipo de restrição de tempo para fazer acontecer. Comentei aqui sobre o Business Model Canvas e sobre o Lean Canvas.
  3. Os medos. Muitas vezes não fazemos algo porque temos medo. Receio de falhar. Aí eu reforço que a falha já está nos acompanhando. Que o nosso objetivo é sair da inércia de estar em um modo falha. Isto nos ajuda a perceber que nada temos além de uma ideia, que provavelmente outras pessoas pelo mundo tiveram e algumas devem ter até implementado.
  4. As capacidades. Considero o conhecimento de Metodologias Ágeis, e no caso de quem é desenvolvedor, se especializar em práticas focadas na engenharia de software. Neste sentido o eXtreme Programming é a melhor das metodologias para focar. Também puxo no aspecto cultural, da melhoria contínua e cultura de aprendizado, prevenção. Neste sentido ninguém melhor que o Lean para puxar todo o conhecimento que precisamos. E no final comentei sobre momentos de reflexão. Precisamos parar para refletir sobre o que estamos fazendo, para podermos melhorar.
  5. E o plano? A base do plano vai nas premissas: (a) tudo é um experimento, (b) estamos funcionando em ciclos PDCA (Plan-Do-Check-Act) ou BML (Build-Measure-Learn) e (c) que apesar do mundo lá em cima nos sonhos ser lindo, estamos aqui para validar ideias. 🙂
  6.  Ah sim, o plano!! Fui trabalhando com o pessoal aspectos que considero úteis para a montagem do plano de um produto, e algumas ferramentas que podem ser bem úteis para apoiar o processo. Na prática o que queremos aqui é conseguir clientes, nutrir eles e tratar bem, para que eles se tornem fãs do seu produto e serviço e praticamente defensores do que você faz. Eles vão ajudar a trazer novos clientes, porque vão se sentir parte do seu processo do dia a dia.

Eu gostei muito de fazer esta palestra. E espero que ela comece a render frutos. O ponto é que as pessoas que se cadastraram durante a palestra, e na prática qualquer um que se cadastrar a partir de hoje, vai fazer parte de um grupo seleto de pessoas que eu vou ajudar e trocar ideias sobre as coisas que estou testando e sobre coisas que eles queiram testar e criar.

Esta palestra provavelmente daqui alguns meses vai virar um curso, e até lá e depois mesmo, estas pessoas que estão me ajudando poderão ganhar novos conhecimentos enquanto eu vou ajustando e agrupando os conhecimentos para criar este curso.

Se interessou?

Então dá uma olhada nos slides aí e entra pro time.

Follow Friday #FF – Você usa?

Eu comecei a fazer o uso da hashtag #FF (Follow Friday) nas sextas-feiras para poder referenciar uma galera que eu considero fera. Fui atrás para saber boas práticas sobre o assunto.

Meu processo está sendo: 

  1. Fazer o uso dos #FF temáticos. Ou seja, todas pessoas referenciadas estão ali por algum motivo.
  2. Adicionar no #FF o motivo. Eu tenho procurado usar hashtags para poder situar a função dos #FF naquela semana.
  3. Procurar fazer poucas menções. O legal pode ser fazer a indicação da pessoa e explicar porque.
  4. Faça sem esperar que alguém faça por você.

São poucos pontos, mas que na minha prática tem funcionado legal. Aproveita que hoje é sexta-feira e faz um teste aí!