A hora do feedback, não do pesadelo.

A hora do pesadelo. Filme de 1984 com o lendário Freddy Krueger, e eu não sei porque muitas pessoas relacionam uma conversa de feedback como algo difícil de ser realizado. Como algo de motivo de pânico. Pode ser algo que uma empresa ou ambiente inspira com a palavra.

Não deveria ser assim.

Receber um feedback é uma real oportunidade de melhoria. Ela pode ter uma cadência para ocorrer e tem que ajudar efetivamente a pessoa que recebe em ações de melhoria contínua.

Gravei um vídeo de uma palestra sobre feedback. O que tem no vídeo?

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Escrever é uma linha reta?

Vai lá e escreve. O Tim Urban fez um post desenhando o processo de escrita dele, e lá pelas tantas ele lembra que na época que terminou a faculdade, pensou que nunca mais teria que escrever nada. Agora isto faz parte do dia a dia dele, na verdade virou o próprio trabalho.

E confesso que eu pensava duas coisas quando terminei a faculdade. Não precisar mais me preocupar em escrever, nem em apresentar nada em público. Errrroouuuuu!!!

Mas e aí? Ficou mais fácil escrever ou não?

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Comprometimento da equipe? #dwildt101 ep 37

George Bonespírito mandou mais uma pergunta, desta vez falando sobre motivação e comprometimento das pessoas:

“… O comprometimento da equipe também esta relacionado com a motivação dos membros? Onde entra a Motivação 3.0 neste caso?” — George Bonespírito

Então resolvi fazer um Daniel Wildt responde falando um pouco sobre comprometimento e assuntos relacionados que considero úteis para “gerar” esse comprometimento.

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